Avicultura e as eleições 2010 – parte 01

Avicultura e as eleições 2010 – parte 01

O ano promete; no futebol, copa do mundo, Corinthians na libertadores. Nos negócios, avicultura com produção limitada em função do volume de matrizes alojadas em 2009 indicando equilíbrio de oferta. Na vida eleições. Isso tudo é passado.

A realidade é dura, libertadores virou sonho novamente. Branca de Neve e seu anão leiam-se respectivamente Ricardo Teixeira e Dunga se encantaram, morderam a maçã e frustraram o país. Mesmo com menor produção de ovos a avicultura conseguiu o feito de elevar o alojamento de pintos de forma considerável, aumentando oferta e derrubando preços. Eleições, bem… Vamos nos remeter ao presente.

Convenções realizadas, conseqüentemente alianças e candidaturas definidas. Independente das surpresas ou frustrações, enfim, pleito iniciado. O cenário político para o Governo do Paraná e Presidência da Republica está polarizado. Isso é bom? Não tenho a resposta e não me atreveria a tentar adivinhar o que vai acontecer no futuro.

Buscar entender os trâmites da política significa muito mais que atrevimento, é preciso no mínimo exercício de paranormalidade. Alguns questionamentos confirmam a dificuldade:

Eleição Federal: 1- transferência de votos é possível, em que nível? 2- Se Aécio Neves era a bola da vez porque não encontrou espaço em seu próprio partido?

Eleição Estadual: 1- Quem perde com a decisão mesmo que tardia de Osmar Dias? 2- que influencias terá os mestres da política estadual, Álvaro Dias, Orlando Pessuti e Roberto Requião?

Quais sejam as respostas e o resultado das eleições a avicultura espera poder, continuar crescendo em qualidade e competitividade, manter o homem no campo com absoluta dignidade, empregar cada vez mais e se manter como um dos segmentos que mais oferece mão de obra no Brasil.

Aos eleitos um importante recado, oferecer proteína de qualidade a baixo custo só é possível com desoneração fiscal.

 

Pedro Henrique Oliveira

Unifrango Agroindustrial S/A

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